Estereótipo das redes

Boa noite, leitores! 

Tudo belezinha com vocês? Espero que sim.

Quem de vocês possuem variadas redes sociais? Facebook, instagram, twitter, um blog, canal no YouTube, sacas? Já perceberam como cada uma dessas possuem um comportamento padronizado? Vamos lá. 

O Facebook. Lá todo mundo é feliz, descolado, tem a vida dos sonhos. Vários amigos, várias festas, eventos. Toda semana uma mesa de bar diferente. Mas, será mesmo que pessoalmente é realmente desta maneira? Ninguém nunca está sozinho? Vivem realmente sempre acompanhados e rodeados de pessoas? O Facebook é o famoso mentiroso. Diria que é aquele cara babaca que se gaba, dizendo que pega geral, sempre tem o contatinho pronto pro tal abate.

Twitter… bom, o passarinho azul é onde você vive entre dois mundos. Lá estão os síndromes de Peter Pan, aqueles que vivem os traumas adolescentes, os rebeldes sem causa que reclamam  de tudo que aconteceu a eles e os rabugentos de  plantões que reclamam de tudo. Até de quem reclama. Esse mesmo rabugento que muitas vezes, nunca leu um livro de sociologia, nunca se engajou em nada e é um pseudo-cientista social (cuidado com eles, em 2018, sairão do esgoto e tomaram as redes do Brasil).

Instagram. Ah, o Instagram… você quebra os conceitos de vida. É foto das nossas ruas, avenidas, muros, grafites (me encaixo aqui). São belas praias, paisagens, sempre estão viajando. Nem parece que as pessoas trabalham. Se trabalham, são modelos, porque o que tem de foto com look de Adidas e Nike, não está escrito em lugar algum. Ninguém vive trancado em escritório, ninguém sobe e desce elevador. Autonomia pura contra o  proletário.

Os blogueiros, estes são meu sonho de consumo. Todos super amáveis, tranbordam amor, um toque de dramaticidade e sofrimento que muitos dá uma vontade de colocar a algema e falar “Vemk! Me abraça. Deixa que eu cuido de você” – no mais puro internetês. Como nem tudo são flores, se no Twitter existem os políticos, nos blogs, por sua vez, existem os nutricionistas e educadores físicos. Pessoas, dêem preferência a quem estudou nestes casos, não sigam pseudos-nutricionistas de  internet.

Por último, a nova onda do momento, os youtubers. O povo mais descolado do Brasil, a praga que se manifesta em forma de tsunami virtual. Quase sempre a maioria nos mais diversos clichês. É playlist de funk, gente rebolando, paródias, humoristas e suas histórias cotidianas (esses não tem como resistir – tem coisa que parecia que SÓ acontecia com a gente). No geral, todas as pessoas muito lindas, com raríssimas exceções. Me pergunto, cadê os feios, meros mortais como eu? Não vejo tantas pessoas bonitas assim na rua diariamente. 

Falei, falei, falei e não devem ter entendido, né?! Pois, bem, se a pessoa tiver todas essas redes, eu nunca sei quem é ela so tanta variedade de máscara. Me deixam muito confuso. 

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